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quarta-feira, 2 de julho de 2014

LUTO E SUAS 5 FASES

     Bom dia colegas e amigos! Hoje a publicação do Blog do Eduardo passa por uma questão bastante importante, principalmente no mundo da psicologia. 
     
   O LUTO é um processo necessário e fundamental para todo o ser humano. Ele vem para preencher um vazio de uma grande perda, seja de uma pessoa, ou de um objeto, ou de uma viagem, etc. 
Este processo vem acompanhado de alguns sentimentos, como tristeza, raiva, culpa, solidão, desamparo, alívio, ansiedade. E também com sintomas físicos, como vazio no estômago, nó na garganta, aperto no peito, falta de ar.

Acompanhe conosco as 5 FASES FUNDAMENTAIS DO LUTO:

A negação - Surge a primeira fase do luto, é no momento que nos parece impossível a perda, em que não somos capazes de acreditar. A dor da perda seria tão grande, que não pode ser possível, não poderia ser real.

A raiva – A raiva surge depois da negação. Mas mesmo assim, apesar da perda já consumada negamo-nos a acreditar. Pensamento de “ porque a mim?” surgem nesta fase, como também sentimentos de inveja e raiva. Nesta fase, qualquer palavra de conforto, parece-nos falsa, custando acreditar na sua veracidade

A negociação - A negociação, surge quando o individuo começa a por a hipótese da perda, e perante isso tenta negociar, a maioria das vezes com Deus, para que esta não seja verdade. As negociações com Deus, são sempre sob forma de promessas ou sacrifícios.

A depressão – A depressão surge quando o individuo toma consciência que a perda é inevitável e incontornável. Não há como escapar à perda, este sente o “espaço” vazio da pessoa (ou coisa) que perdeu. Toma consciência que nunca mais irá ver aquela pessoa (ou coisa), e com o desaparecimento dele, vão com ela todos os sonhos, projetos e todas as lembranças associadas a essa pessoa ganham um novo valor.

A aceitação – Última fase do luto. Esta fase é quando a pessoa aceita a perda com paz e serenidade, sem desespero nem negação. Nesta fase o espaço vazio deixado pela perda é preenchido. Esta fase depende muito da capacidade da pessoa mudar a perspetiva e preencher o vazio.

Essas fases não possuem tempo determinado para permanecerem "ativas" e também não existe uma ordem para acontecer. O mais comum é que a Aceitação seja a última fase. 

Portanto, valorize o que você tem, pois muitas vezes, erroneamente, damos valor às coisas somente após as perder. Perceba o ambiente que nos cerca, esteja atento a sinais, pois quando uma pessoa querida se vai, ou perdemos algo importante, o sentimento que deve ficar é de saudade e não de culpa.

Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.385
Especialista em Gestão de Pessoas

segunda-feira, 23 de junho de 2014

DINÂMICA - CASAMENTO EM ALTO MAR

Bom dia queridos visitantes! Esta postagem é mais uma daquelas com ferramentas que podem ser utilizadas tanto em dinâmicas de grupo, treinamentos, seleção de pessoal, etc.
Casamento em Alto Mar é uma dinâmica que tem por objetivo buscar principalmente a flexibilidade de pensamento e visão dos participantes, bem como forçar que estes defendam seus pontos de vista e suas razões. Bom para verificar pontos como comunicação e liderança, essa é uma dinâmica que vale a pena aplicar.

Um casal de noivos marcou seu casamento e decidiu realizar a cerimônia em alto mar. Eles tomaram um barco conduzido por um excelente marinheiro, uma senhora e um amigo do noivo. 
Durante a viagem, veio uma tempestade muito forte, e o noivo foi tragado pela água, perdendo-se no mar. A noiva procurou o marinheiro e implorou para que ele resgatasse seu noivo. O marinheiro propôs, levando-se em conta que ela não tinha dinheiro suficiente para pagar por um serviço tão perigoso, que pelo menos cortasse um dedo de sua mão esquerda como prova de amor. 
A noiva, sem saber que decisão tomar, pensou que a velha senhora pudesse ajuda-la com sua sabedoria. A senhora disse “Faça o que quiser, não posso decidir por você”.
Depois de pensar muito, decidiu aceitar a proposta do marinheiro, pedindo ao amigo de seu noivo que a ajudasse a cortar o dedo. O marinheiro então, cumprindo sua promessa, resgatou o jovem noivo do mar.
Logo que recobrou os sentidos e soube do acontecido, virou-se para a noiva e disse que não casaria mais com ela, pois não conseguiria vê-la sem um dos dedos da mão. 
O amigo do noivo, ao ouvir sua decisão, imediatamente propôs à jovem casar-se com ela. A jovem não só aceitou a proposta como pediu ao marinheiro que jogasse novamente seu antigo noivo ao mar. 
    
Individualmente, classifique os personagens da história de 01 a 05, sendo:

1 = pior
5 = melhor

( ) Noiva
( ) Noivo
( ) Amigo do noivo
( ) Marinheiro
( ) Velha senhora

Após feito isso, peça que os participantes discutam sobre o resultado.

Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.387
Especialista em Gestão de Pessoas

sexta-feira, 13 de junho de 2014

SÉRIES BOAS DE VER

     Pessoal gente boa, hoje minha postagem traz novamente um dos meus gostos. Adoro assistir uma boa série! Sejam de ficção, de ação, aventura, mas principalmente aquelas que me prende e me deixa querendo ver o próximo episódio logo. Abaixo deixo 3 (três) sugestões que acho que vale a pena experimentar. Nessa postagem foquei naquelas séries em que existem um trama policial, onde o personagem principal auxilia a polícia, FBI, CIA, etc. Apreciem...

THE MENTALIST

     The Mentalist é uma telessérie Americana. Ela gira em torno de Patrick Jane (Simon Baker) que tem um talento especial: observar tudo em seus detalhes. Com seu enorme poder de dedução e observação, ele auxilia a Agência de Investigação da Califórnia a resolver os casos mais intrigantes.



PERCEPTION

     Na história, Eric interpreta o Dr. Geoffrey Pierce, um neurocientista excêntrico, que utiliza sua capacidade de compreender o comportamento humano e o funcionamento do cérebro para auxiliar os federais na solução de casos complexos. Pierce trabalha diretamente com Kate Rossi (Rachel Leigh Cook), agente do FBI, sua ex-aluna, que teve a ideia de recrutá-lo para trabalhar com o governo. Além de resolver crimes, Pierce também dá aulas em faculdades. A única forma de conseguir realizar as duas tarefas é mantendo Max Lewicki (Arjay Smith) como seu professor assistente. No elenco também está Kelly Rowan, como Natalie Vincent, a melhor amiga de Pierce, por ser a única a se igualar ao seu intelecto.



THE FOLLOWING

     The Following é um thriller sobre a complexa relação entre um serial Killer traiçoeiro e diabólico (James Purefoy) e o agente do FBI Ryan Hardy (Kevin Bacon) que é chamado a sair da aposentadoria para rastreá-lo. Depois que o assassino fugiu, o agente é reativado e descobre que ele já não está caçando apenas um homem, mas um culto maciço de serial killers criados e manipulados durante seu tempo na prisão.



Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.385
Especialista em Gestão de Pessoas

terça-feira, 3 de junho de 2014

ANÁLISE SWOT - FERRAMENTA DE GESTÃO

     Uma das ferramentas mais utilizadas por mim quando o assunto é gestão de pessoas é a Análise SWOT. Em treinamentos, seleção de pessoal, grupos de trabalho, esta ferramenta é indispensável, pois mostra muito das características dos elementos e do ambiente em questão. Para quem já a utilizou alguma vez e para quem quer conhecer, vale a pena conferir.

A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada principalmente na área de gestão organizacional.

     Esta ferramenta utiliza-se da análise do cenário/ambiente em questão, ou seja, busca investigar o planejamento estratégico da empresa. Faz um diagnóstico dos pontos fortes da empresa, bem como os riscos que esta pode correr. 

     A sigla SWOT (strenghts, weakenessses, opportunities, threats) vem do inglês, mas em português é utilizado como FOFA (forças, oportunidades, fraquezas, ameaças). 

É divida em Ambiente Interno e Ambiente Externo.

Ambiente Interno: Forças e Fraquezas das empresas, vantagens e desvantagens frente à concorrência.
Ambiente Externo: Oportunidades e Ameaças, aspectos positivos e negativos para a competitividade do mercado.

     A combinação destes dois ambientes, interno e externo, e das suas variáveis, Forças e Fraquezas, Oportunidades e Ameaças, irá facilitar a análise e a procura para tomada de decisões na definição das estratégias da empresa.

Forças e Oportunidades - Tirar o máximo partido dos pontos fortes para aproveitar ao máximo as oportunidades detectadas.
Forças e Ameaças - Tirar o máximo partido dos pontos fortes para minimizar os efeitos das ameaças detectadas.
Fraquezas e Oportunidades - Desenvolver estratégias que minimizem os efeitos negativos dos pontos fracos e que em simultâneo aproveitem as oportunidades detectadas.
Fraquezas e Ameaças - As estratégias a adotar devem minimizar ou ultrapassar os pontos fracos e, tanto quanto possível, fazer face às ameaças.


Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.385
Especialista em Gestão de Pessoas

quarta-feira, 21 de maio de 2014

BOA LEITURA

     Segue um ótimo livro para quem é fã de Sherlock Holmes, assim como eu. Este é um dos livros que gosto de ler fora da psicologia. É o primeiro a postar aqui, mas virão outros.


     Um violino Stradivarius desaparecido, algumas orelhas cortadas e seus respectivos cadáveres trazem o famoso Sherlock Holmes ao Brasil, por recomendação de sua não menos famosa amiga Sarah Bernhardt. Porém aquilo que parecia um pequeno e discreto caso imperial transforma-se numa saga cheia de perigos, tais como feijoadas, vatapás, mulatas, intelectuais de botequim, pais-de-santo e cannabis sativa. Sem falar, é claro, dos crimes do primeiro serial killer da história, que executa seu sinistro plano nota a nota, com notável afinação e precisão de corte.
     O britânico e intrépido detetive e seu fiel e desconfiadíssimo esculápio vivem então no Rio de Janeiro a aventura de Sherlock Holmes que Conan Doyle se excusou de contar - por motivos que ficarão bastante óbvios -, mas que para felicidade do leitor brasileiro Jô Soares resgata neste romance implacável e impagável.

Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.385
Especialista em Gestão de Pessoas

quarta-feira, 7 de maio de 2014

A QUEM O PSICÓLOGO INCOMODA?

Texto retirado de uma publicação no facebook. Achei muito interessante e vale a reflexão. Bom dia a todos!

Incomoda os pais que acham que devem controlar seus filhos;
Incomoda o patrão que quer um funcionário dócil e obediente;
Incomoda o professor e o diretor da escola que quer um aluno comportado;
Incomoda o médico que quer ser o senhor absoluto da saúde humana;
Incomoda o juiz que quer ser o senhor da vida alheia;
Incomoda o dirigente que acha que conhece todos os assuntos;
Incomoda o religioso intolerante às crenças alheias;
Mas, de fato, o psicólogo incomoda os que querem controlar a vida das pessoas, pois a função do psicólogo é fazer fluir a liberdade, a liberdade de ir e vir, a liberdade de expressão, a liberdade de ser feliz.
O psicólogo não incomoda os pais que sabem educar, não incomoda o patrão justo, não incomoda o médico ético, não incomoda o juiz conhecedor dos direitos humanos, não incomoda o dirigente que quer o melhor para seus comandados e não incomoda os que respeitam as escolhas alheias.
Os que se incomodam com os psicólogos são os que mais precisam deles.
RICARDO PORTELLA

Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.385
Especialista em Gestão de Pessoas

segunda-feira, 5 de maio de 2014

O PIQUENIQUE DAS TARTARUGAS - TRABALHO EM EQUIPE

Este texto foi apresentado em alguns grupos que realizei no meu trabalho na Prefeitura de Jari. Identifica pontos chave sobre motivação e trabalho em equipe. Vale a pena conferir e utilizá-lo.

     A família de tartarugas decidiu sair para um piquenique, e por serem naturalmente lentas, levaram alguns dias para prepararem-se para seu passeio. Finalmente a família de tartarugas saiu de casa para procurar um lugar apropriado, e durante o segundo dia da viagem encontraram o lugar ideal!
     Elas levaram algumas horas para limpar a área, desembalaram a cesta de piquenique e terminaram os arranjos. Quando elas estavam prontas pra comer, descobriram que tinham esquecido o sal. Poxa, todas concordaram que um piquenique sem sal seria um desastre, e após uma longa discussão, a tartaruga mais nova foi escolhida para voltar em casa e pegar o sal, pois era a mais rápida das tartarugas.
     A pequena tartaruga lamentou, chorou, e esperneou, mas concordou em ir com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse. A família concordou e a pequena tartaruga então saiu para buscar o sal.
     Três dias se passaram e a pequena tartaruga ainda não havia retornado. Cinco dias… Seis dias… Então, no sétimo dia, a tartaruga mais velha, que já não aguentava de tanta fome, anunciou que ia comer, e começou a desembalar um sanduíche.
     Quando ela deu a primeira “dentada” no sanduíche, a pequena tartaruga saiu detrás de uma árvore e gritou:
- Ahhãããããã! Eu tinha certeza que vocês não iam me esperar. Agora é que eu não vou mesmo buscar o sal.

     No trabalho em equipe, e também em nossas vidas, muitas vezes as coisas acontecem mais ou menos desse jeito. Desperdiçamos muito tempo esperando que as pessoas vivam à altura de nossas expectativas, e ficamos tão preocupados com o que os outros estão fazendo, que deixamos de fazer a nossa parte, de fazer o que se espera de nós. 
     Entre o estímulo e a resposta, há um espaço, onde estão a liberdade e o poder de mudar as nossas escolhas. Entre qualquer coisa que tenha acontecido ou esteja acontecendo a você neste momento, e a sua resposta a elas, há um espaço em que você tem a liberdade e o poder de escolher a sua resposta. E estas respostas é que vão governar o seu crescimento, suas realizações e suas contribuições para que você e sua equipe se tornem cada vez melhor. 
     Se os outros não estão fazendo a parte que lhes compete, em vez de deixar-se influenciar por esta situação, escolha fazer o melhor, decida fazer a sua parte com excelência, porque dessa maneira você é quem influenciará as pessoas, ajudando a tornar a equipe e o ambiente de trabalho melhores a cada dia.

Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.385
Especialista em Gestão de Pessoas