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quinta-feira, 31 de julho de 2014

ENTREVISTA COM CONTARDO CALLIGARIS

Hoje o texto do Blog traz uma entrevista de um ótimo profissional da área de Psicologia. Contardo Calligaris responde à revista MdeMulher algumas perguntas sobre a Felicidade. Vale a pena a leitura e a reflexão.


Contardo Calligaris: 'Não quero ser feliz. Quero é ter uma vida interessante'.
Psicanalista defende que deveríamos nos preocupar em tornar interessante nossa vida de todo dia. Isso implica ter curiosidade, aventurar-se, arriscar mais, lamentar menos e não se proteger das inevitáveis tristezas.


Mais do que buscar permanentemente felicidade máxima, um arrebatamento mágico, deveríamos nos preocupar em tornar interessante nossa vida de todo dia.

É o que defende o doutor em psicologia clínica e psicanalista Contardo Calligaris. Uma rápida olhada em sua biografia mostra que ele não só prega como pratica. Italiano de Milão, depois de mais de duas décadas em conexão direta com o Brasil, já morou também na Inglaterra, Suíça, França e nos Estados Unidos e fez muitas viagens.

Aos 65 anos, atingiu a marca de oito casamentos - desde 2011, está com a atriz Mônica Torres - e teve um filho francês. Além de atender no seu consultório, nos Jardins, em São Paulo, já escreveu mais de dez livros, incluindo dois romances.

Criou até uma série para TV, Psi, no canal a cabo HBO. Diz que, semanalmente, abre mão de "parecer inteligente aos olhos dos pares" e publica toda quinta-feira uma coluna no jornal Folha de S.Paulo. Mais de 100 delas estão no livro Todos os Reis Estão Nus (Três Estrelas). Filmes, fatos, casos de amigos, tudo vira pretexto para traduzir um pouco das teorias da psicanálise, filosofar e provocar reflexão. "Não sou de dourar a pílula", avisa. Não estranhe, portanto, se sentir um impulso diferente ao terminar de ler esta entrevista.

O que é felicidade hoje?

Não gosto muito da palavra felicidade, para dizer a verdade. Acho que é, inclusive, uma ilusão mercadológica. O que a gente pode estudar são as condições do bem-estar. A sensação de competência no exercício do trabalho, já se sabe, é a maior fonte de bem-estar, mais que a remuneração. Nós temos um ideal de felicidade um pouco ridículo.

Um exemplo é a fala do churrasco. Você pega um táxi domingo ao meio-dia para ir ao escritório e o taxista diz: "Ah, estamos aqui trabalhando, mas legal seria estar num churrasco tomando cerveja". Talvez você ou o taxista sofram de úlcera, e não haveria prazer em tomar cerveja. Nem em comer picanha.

Mesmo que não vissem problema, pode ser que detestassem as pessoas lá e não se divertissem. Em geral, somos péssimos em matéria de prazer. Por exemplo, estamos sempre lamentando que nossos filhos seriam uma geração hedonista, dedicada a prazeres imediatos, quando, de fato, vivemos numa civilização muito pouco hedonista. Por isso, nos queixamos de excessos e nos permitimos prazeres medíocres ou muito discretos.

Mas continuamos acreditando que ser feliz é ter esses prazeres que não nos permitimos. E agora?

Ligamos felicidade à satisfação de desejos, o que é totalmente antinômico com o próprio funcionamento da nossa cultura, fundada na insatisfação. Nenhum objeto pode nos satisfazer plenamente.

O fato de que você pode desejar muito um homem, uma mulher, um carro, um relógio, uma joia ou uma viagem não tem relevância. No dia em que você tiver aquele homem, aquela mulher, aquele carro, aquele relógio, aquela joia ou aquela viagem, se dará conta de que está na hora de desejar outra coisa. Esse mecanismo sustenta ao mesmo tempo um sistema econômico, o capitalismo moderno, e o nosso desejo, que não se esgota nunca. Então, costumo dizer que não quero ser feliz.. Quero é ter uma vida interessante.

Mas isso inclui os pequenos prazeres?

Inclui pequenos prazeres, mas também grandes dores. Ter uma vida interessante significa viver plenamente. Isso pressupõe poder se desesperar quando se fica sem alguma coisa que é muito importante para você. É preciso sentir plenamente as dores: das perdas, do luto, do fracasso. Eu acho um tremendo desastre esse ideal de felicidade que tenta nos poupar de tudo o que é ruim.

O que adianta garantir uma vida longa se não for para vivê-la de verdade? É isso que temos de nos perguntar?

Quem descreveu isso bem foi (o escritor italiano) Dino Buzatti, no romance O Deserto dos Tártaros. Conta a história de um militar que passa a vida inteira em um posto avançado diante do deserto na expectativa de defender o país contra a invasão dos tártaros, que nunca chegam. Mas tem um lado simpático na ideologia do preparo. É que está subentendida a ideia de que um dia a pessoa viverá uma grande aventura. Mas o que acontece, em geral, é que a preparação é a única coisa a que a gente se autoriza.

Então, pelo menos há um desejo de viver uma aventura?

Mas os sonhos estão pequenos. A noção de felicidade hoje é um emprego seguro, um futuro tranquilo, saúde e, como diz a música dos aniversários, muitos anos de vida. Acho estranho quando vejo alguém de 18 anos que, ao fazer a escolha profissional, leva em conta o mercado de trabalho, as oportunidades, o dinheiro... Isso nem passaria pela cabeça de um jovem dos anos 1960.

A julgar pela quantidade de fotos colocadas nas redes sociais de pessoas sorridentes, elas têm aproveitado a vida e se sentem felizes. Ou, como você aborda em uma crônica, hoje mais importante do que ser é parecer feliz?

O perfil é a sua apresentação para o mundo, o que implica um certo trabalho de falsificação da sua imagem e até autoimagem. Nas redes sociais, a felicidade dá status. Mas esse fenômeno é anterior ao Facebook. Se você olhar as fotografias de família do final do século 19, início do 20, todo mundo colocava a melhor roupa e posava seriíssimo. Ninguém estava lá para mostrar que era feliz. Ao contrário, era um momento solene. É a partir da câmera fotográfica portátil que aparecem as fotos das férias felizes, com todo mundo sempre sorridente.

E a gente olha para elas e pensa: "Eu era feliz e não sabia".

Não gosto dessa frase porque contém uma cota de lamentação. E acho que a gente nunca deveria lamentar nada, em particular as próprias decisões. Acredito que, no fundo, a gente quase sempre toma a única decisão que poderia tomar naquelas circunstâncias. Então, não vale a pena lamentar o passado. Mas é verdade que existe isso.

As escolhas ao longo da vida geram insegurança e medo. Em relação a isso, você diz que há dois tipos de pessoa: os "maximizadores", que querem ter certeza antes de que aquela é a opção certa, e a turma do "suficientemente bom". O segundo grupo sofre menos?

Tem uma coisa interessante no "maximizador": é como se ele acreditasse que existe o objeto mais adequado de todos, aquele que é perfeito. Mas é claro que não existe.

A busca da perfeição não gera frustração, pois sempre haverá algo que a gente perdeu?

Freud dizia que o único objeto verdadeiramente insubstituível para a gente é o perdido. E não é que foi perdido porque caiu do bolso. Ele fala daquilo que nunca tivemos. Então, faz sentido que nossa relação com o desejo seja esta: imaginamos existir algo que nunca tivemos, mas que teria nos satisfeito totalmente. Só não sabemos o que é.

Como nos livrar desse sentimento?

Temos de tornar cada uma de nossas escolhas interessante. Isso só é possível quando temos simpatia pela vida e pelos outros - o que parece básico, mas não é no mundo de hoje. Não por acaso, o grande espantalho do nosso século é a depressão. A falta de interesse pelo mundo e pelos outros é o que pode nos acontecer de pior.

Complica ainda mais o fato de, como você já abordou, enfrentarmos um dilema eterno: desejamos a estabilidade e também a aventura. Então, entramos em uma relação ou um emprego, mas sofremos porque nos sentimos presos e achamos que estamos deixando de viver grandes aventuras. Isso tem solução?

Não sei se tem solução. A gente vive mesmo eternamente nesse conflito. Agora, como cada um o administra é outra história. Pode-se optar por uma espécie de inércia constante, que será sempre acompanhada da sensação de que você está realmente desperdiçando seu tempo e sua vida, porque toda a aventura está acontecendo lá fora e, a cada instante, você está perdendo os cavalos encilhados que passam e não passarão nunca mais. Viver dessa maneira não é uma das opções. Mas você pode também, em vez disso, permitir se perder.

Permitir se perder no sentido de transformar a vida em uma eterna aventura?

Mas também nesse caso você terá coisas a lamentar. Eu, pessoalmente, fui mais por esse caminho. Mas o preço foi muito alto. Por exemplo, eu não estive presente na morte de nenhum dos meus entes próximos, porque morava em outro país e sempre chegava atrasado, no avião do dia seguinte. Hoje, por sorte, meu filho - que é grande, tem 30 anos - vive perto de mim. Por acaso, ele decidiu vir para o Brasil. Mas não o vi crescer realmente.

Para ser feliz, enfim, o segredo é não buscar a felicidade?

Isso eu acho uma excelente ideia. A felicidade, em si, é realmente uma preocupação desnecessária. Se meu filho dissesse "quero ser feliz", eu me preocuparia seriamente.

Preferia que dissesse o quê?

Só gostaria que ele me dissesse: "Estou a fim de..." A partir disso, qualquer coisa é válida. O que angustia é ver falta de desejo nas pessoas, em particular nos jovens. Agora, se ele está a fim de algo, mesmo que isso pareça muito distante do campo do possível dentro da vida que leva, eu acho ótimo.

Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.385
Especialista em Gestão de Pessoas

quarta-feira, 2 de julho de 2014

LUTO E SUAS 5 FASES

     Bom dia colegas e amigos! Hoje a publicação do Blog do Eduardo passa por uma questão bastante importante, principalmente no mundo da psicologia. 
     
   O LUTO é um processo necessário e fundamental para todo o ser humano. Ele vem para preencher um vazio de uma grande perda, seja de uma pessoa, ou de um objeto, ou de uma viagem, etc. 
Este processo vem acompanhado de alguns sentimentos, como tristeza, raiva, culpa, solidão, desamparo, alívio, ansiedade. E também com sintomas físicos, como vazio no estômago, nó na garganta, aperto no peito, falta de ar.

Acompanhe conosco as 5 FASES FUNDAMENTAIS DO LUTO:

A negação - Surge a primeira fase do luto, é no momento que nos parece impossível a perda, em que não somos capazes de acreditar. A dor da perda seria tão grande, que não pode ser possível, não poderia ser real.

A raiva – A raiva surge depois da negação. Mas mesmo assim, apesar da perda já consumada negamo-nos a acreditar. Pensamento de “ porque a mim?” surgem nesta fase, como também sentimentos de inveja e raiva. Nesta fase, qualquer palavra de conforto, parece-nos falsa, custando acreditar na sua veracidade

A negociação - A negociação, surge quando o individuo começa a por a hipótese da perda, e perante isso tenta negociar, a maioria das vezes com Deus, para que esta não seja verdade. As negociações com Deus, são sempre sob forma de promessas ou sacrifícios.

A depressão – A depressão surge quando o individuo toma consciência que a perda é inevitável e incontornável. Não há como escapar à perda, este sente o “espaço” vazio da pessoa (ou coisa) que perdeu. Toma consciência que nunca mais irá ver aquela pessoa (ou coisa), e com o desaparecimento dele, vão com ela todos os sonhos, projetos e todas as lembranças associadas a essa pessoa ganham um novo valor.

A aceitação – Última fase do luto. Esta fase é quando a pessoa aceita a perda com paz e serenidade, sem desespero nem negação. Nesta fase o espaço vazio deixado pela perda é preenchido. Esta fase depende muito da capacidade da pessoa mudar a perspetiva e preencher o vazio.

Essas fases não possuem tempo determinado para permanecerem "ativas" e também não existe uma ordem para acontecer. O mais comum é que a Aceitação seja a última fase. 

Portanto, valorize o que você tem, pois muitas vezes, erroneamente, damos valor às coisas somente após as perder. Perceba o ambiente que nos cerca, esteja atento a sinais, pois quando uma pessoa querida se vai, ou perdemos algo importante, o sentimento que deve ficar é de saudade e não de culpa.

Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.385
Especialista em Gestão de Pessoas

segunda-feira, 23 de junho de 2014

DINÂMICA - CASAMENTO EM ALTO MAR

Bom dia queridos visitantes! Esta postagem é mais uma daquelas com ferramentas que podem ser utilizadas tanto em dinâmicas de grupo, treinamentos, seleção de pessoal, etc.
Casamento em Alto Mar é uma dinâmica que tem por objetivo buscar principalmente a flexibilidade de pensamento e visão dos participantes, bem como forçar que estes defendam seus pontos de vista e suas razões. Bom para verificar pontos como comunicação e liderança, essa é uma dinâmica que vale a pena aplicar.

Um casal de noivos marcou seu casamento e decidiu realizar a cerimônia em alto mar. Eles tomaram um barco conduzido por um excelente marinheiro, uma senhora e um amigo do noivo. 
Durante a viagem, veio uma tempestade muito forte, e o noivo foi tragado pela água, perdendo-se no mar. A noiva procurou o marinheiro e implorou para que ele resgatasse seu noivo. O marinheiro propôs, levando-se em conta que ela não tinha dinheiro suficiente para pagar por um serviço tão perigoso, que pelo menos cortasse um dedo de sua mão esquerda como prova de amor. 
A noiva, sem saber que decisão tomar, pensou que a velha senhora pudesse ajuda-la com sua sabedoria. A senhora disse “Faça o que quiser, não posso decidir por você”.
Depois de pensar muito, decidiu aceitar a proposta do marinheiro, pedindo ao amigo de seu noivo que a ajudasse a cortar o dedo. O marinheiro então, cumprindo sua promessa, resgatou o jovem noivo do mar.
Logo que recobrou os sentidos e soube do acontecido, virou-se para a noiva e disse que não casaria mais com ela, pois não conseguiria vê-la sem um dos dedos da mão. 
O amigo do noivo, ao ouvir sua decisão, imediatamente propôs à jovem casar-se com ela. A jovem não só aceitou a proposta como pediu ao marinheiro que jogasse novamente seu antigo noivo ao mar. 
    
Individualmente, classifique os personagens da história de 01 a 05, sendo:

1 = pior
5 = melhor

( ) Noiva
( ) Noivo
( ) Amigo do noivo
( ) Marinheiro
( ) Velha senhora

Após feito isso, peça que os participantes discutam sobre o resultado.

Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.387
Especialista em Gestão de Pessoas

sexta-feira, 13 de junho de 2014

SÉRIES BOAS DE VER

     Pessoal gente boa, hoje minha postagem traz novamente um dos meus gostos. Adoro assistir uma boa série! Sejam de ficção, de ação, aventura, mas principalmente aquelas que me prende e me deixa querendo ver o próximo episódio logo. Abaixo deixo 3 (três) sugestões que acho que vale a pena experimentar. Nessa postagem foquei naquelas séries em que existem um trama policial, onde o personagem principal auxilia a polícia, FBI, CIA, etc. Apreciem...

THE MENTALIST

     The Mentalist é uma telessérie Americana. Ela gira em torno de Patrick Jane (Simon Baker) que tem um talento especial: observar tudo em seus detalhes. Com seu enorme poder de dedução e observação, ele auxilia a Agência de Investigação da Califórnia a resolver os casos mais intrigantes.



PERCEPTION

     Na história, Eric interpreta o Dr. Geoffrey Pierce, um neurocientista excêntrico, que utiliza sua capacidade de compreender o comportamento humano e o funcionamento do cérebro para auxiliar os federais na solução de casos complexos. Pierce trabalha diretamente com Kate Rossi (Rachel Leigh Cook), agente do FBI, sua ex-aluna, que teve a ideia de recrutá-lo para trabalhar com o governo. Além de resolver crimes, Pierce também dá aulas em faculdades. A única forma de conseguir realizar as duas tarefas é mantendo Max Lewicki (Arjay Smith) como seu professor assistente. No elenco também está Kelly Rowan, como Natalie Vincent, a melhor amiga de Pierce, por ser a única a se igualar ao seu intelecto.



THE FOLLOWING

     The Following é um thriller sobre a complexa relação entre um serial Killer traiçoeiro e diabólico (James Purefoy) e o agente do FBI Ryan Hardy (Kevin Bacon) que é chamado a sair da aposentadoria para rastreá-lo. Depois que o assassino fugiu, o agente é reativado e descobre que ele já não está caçando apenas um homem, mas um culto maciço de serial killers criados e manipulados durante seu tempo na prisão.



Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.385
Especialista em Gestão de Pessoas

terça-feira, 3 de junho de 2014

ANÁLISE SWOT - FERRAMENTA DE GESTÃO

     Uma das ferramentas mais utilizadas por mim quando o assunto é gestão de pessoas é a Análise SWOT. Em treinamentos, seleção de pessoal, grupos de trabalho, esta ferramenta é indispensável, pois mostra muito das características dos elementos e do ambiente em questão. Para quem já a utilizou alguma vez e para quem quer conhecer, vale a pena conferir.

A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada principalmente na área de gestão organizacional.

     Esta ferramenta utiliza-se da análise do cenário/ambiente em questão, ou seja, busca investigar o planejamento estratégico da empresa. Faz um diagnóstico dos pontos fortes da empresa, bem como os riscos que esta pode correr. 

     A sigla SWOT (strenghts, weakenessses, opportunities, threats) vem do inglês, mas em português é utilizado como FOFA (forças, oportunidades, fraquezas, ameaças). 

É divida em Ambiente Interno e Ambiente Externo.

Ambiente Interno: Forças e Fraquezas das empresas, vantagens e desvantagens frente à concorrência.
Ambiente Externo: Oportunidades e Ameaças, aspectos positivos e negativos para a competitividade do mercado.

     A combinação destes dois ambientes, interno e externo, e das suas variáveis, Forças e Fraquezas, Oportunidades e Ameaças, irá facilitar a análise e a procura para tomada de decisões na definição das estratégias da empresa.

Forças e Oportunidades - Tirar o máximo partido dos pontos fortes para aproveitar ao máximo as oportunidades detectadas.
Forças e Ameaças - Tirar o máximo partido dos pontos fortes para minimizar os efeitos das ameaças detectadas.
Fraquezas e Oportunidades - Desenvolver estratégias que minimizem os efeitos negativos dos pontos fracos e que em simultâneo aproveitem as oportunidades detectadas.
Fraquezas e Ameaças - As estratégias a adotar devem minimizar ou ultrapassar os pontos fracos e, tanto quanto possível, fazer face às ameaças.


Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.385
Especialista em Gestão de Pessoas

quarta-feira, 21 de maio de 2014

BOA LEITURA

     Segue um ótimo livro para quem é fã de Sherlock Holmes, assim como eu. Este é um dos livros que gosto de ler fora da psicologia. É o primeiro a postar aqui, mas virão outros.


     Um violino Stradivarius desaparecido, algumas orelhas cortadas e seus respectivos cadáveres trazem o famoso Sherlock Holmes ao Brasil, por recomendação de sua não menos famosa amiga Sarah Bernhardt. Porém aquilo que parecia um pequeno e discreto caso imperial transforma-se numa saga cheia de perigos, tais como feijoadas, vatapás, mulatas, intelectuais de botequim, pais-de-santo e cannabis sativa. Sem falar, é claro, dos crimes do primeiro serial killer da história, que executa seu sinistro plano nota a nota, com notável afinação e precisão de corte.
     O britânico e intrépido detetive e seu fiel e desconfiadíssimo esculápio vivem então no Rio de Janeiro a aventura de Sherlock Holmes que Conan Doyle se excusou de contar - por motivos que ficarão bastante óbvios -, mas que para felicidade do leitor brasileiro Jô Soares resgata neste romance implacável e impagável.

Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.385
Especialista em Gestão de Pessoas

quarta-feira, 7 de maio de 2014

A QUEM O PSICÓLOGO INCOMODA?

Texto retirado de uma publicação no facebook. Achei muito interessante e vale a reflexão. Bom dia a todos!

Incomoda os pais que acham que devem controlar seus filhos;
Incomoda o patrão que quer um funcionário dócil e obediente;
Incomoda o professor e o diretor da escola que quer um aluno comportado;
Incomoda o médico que quer ser o senhor absoluto da saúde humana;
Incomoda o juiz que quer ser o senhor da vida alheia;
Incomoda o dirigente que acha que conhece todos os assuntos;
Incomoda o religioso intolerante às crenças alheias;
Mas, de fato, o psicólogo incomoda os que querem controlar a vida das pessoas, pois a função do psicólogo é fazer fluir a liberdade, a liberdade de ir e vir, a liberdade de expressão, a liberdade de ser feliz.
O psicólogo não incomoda os pais que sabem educar, não incomoda o patrão justo, não incomoda o médico ético, não incomoda o juiz conhecedor dos direitos humanos, não incomoda o dirigente que quer o melhor para seus comandados e não incomoda os que respeitam as escolhas alheias.
Os que se incomodam com os psicólogos são os que mais precisam deles.
RICARDO PORTELLA

Eduardo S. Metz
Psicólogo - CRP 07/19.385
Especialista em Gestão de Pessoas